quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Lançamento Livro sobre os 62 anos da Igreja Presbiteriana - por Antônio Galdino

Lançamento Livro sobre os 62 anos da Igreja Presbiteriana - por Antônio Galdino





Caros comunicadores e amigos: 

A 1ª Igreja Presbiteriana de Paulo Afonso completa 62 anos de sua criação em Paulo Afonso e realiza programação nos dias 6 e 7 de agosto no seu templo, à Rua Duqie de Caxias, 132.

No dia 6/8 (sábado)- estará sendo preletor do Culto o ex-pastor desta Igreja, Edson Dantas, hoje pastor da Igreja Conde da Boa Vista, em Recife, onde também é diretor do centenário Colégio Agnes. 

Nessa noite, após o culto, que começa às 19:30h. haverá o lançamento do livro "Igreja Presbiteriana de Paulo Afonso - 62 anos de história nas margens do rio São Francisco", de minha autoria. 

No dia 7/8(domingo), às 9 horas da manhã, o Culto da Escola Bíblica Dominical contará com a presença do Pastor Edijéce Martins, filho do pastor pioneiro de Paulo Afonso, José Martins Ferreira, que aqui chegou em 6 de agosto de 1949. O Pastor Edijéce é escritor (A Bíblia e o Bisturi e De Deus e dos Homens - história da Igreja Presbiteriana da Madalena-Recife).

No dia 7/8(domingo), o Culto da noite, a partir das 19 horas, terá como preletor o Pastor Célio Miguel, também ex-pastor da 1ª IPPA. 

Além destes, vários outros ex-pastores e pastores ex-membros desta Igreja estarão presentes, além de autoridades civis e militares convidados. 

O livro, parte da programação do aniversário da Igreja Presbiteriana, é uma busca do resgate da história e da memória desta instituição evangélica pauloafonsina. 

Anexo uma carta, o convite oficial da igreja e uma foto da capa(frente) do livro e renovo o convite para estar presente neste evento.

Cordialmente,
Antônio Galdino

Escritores do GMPA marcam presença no evento Cultura no Parque, em Paulo Afonso

Nos dias 28, 29 e 30 de julho, no Parque de Exposições, aconteceu o evento cultural em comemoração de aniversário da cidade de Paulo Afonso, que contou com uma diversidade de artistas e atrações, tais como a palestra do consagrado escritor Ariano Suassuna, o show do cantor Zeca Baleiro e artistas, pintores, músicos, escritores, artesão da cidade, levando as manifestações culturais da cidade para níveis ainda mais altos.
 Escritores Rubinho Lima, Gecildo Queiroz e Cleberton Santos, no stand de literatura

Gravurista Welson, em momento de trabalho
 Artista Plástico Nelson Moratto
Nesse evento, também houve a presença dos escritores do GMPA, através da exposição de seus trabalhos no stand de Literatura, que durante os três dias do evento, representou a literatura da cidade. 

 Poetas recitando na edição "Na mala do poeta"m que contou também com a participação do poeta Chico Pedrosa


 Ariano Suassuna, em sua "aula espetáculo"
 Cantor Zeca Baleiro, animando o público no segundo dia do evento
Poeta Jorge, recitando poema




terça-feira, 12 de julho de 2011

Aniversário de Paulo Afonso com programação Cultural

Niver de PA terá; Zeca Baleiro e Ariano Suassuna
Shows, palestras e valorização dos artistas locais estarão na programação.
Zecabaleiro_3_
O aniversário da Emancipação Política de Paulo Afonso, 28/07, vai trazer pra cidade uma vasta programação cultural. Toda a programação, esse ano intitulada de “Cultura no Parque”, será realizada no Parque de Exposições Djalma Vanderlei.
 
Na quinta, dia 28, acontecerá uma aula espetáculo com o escritor Ariano Suassuna, além do show de Luciano Magno convidando Maestro Spok Frevo Orquestra. No dia 29, sexta-feira, será a vez de Zeca Baleiro ser o destaque do evento.
 
Baleiro é um dos maiores nomes da atualidade da musica popular brasileira. Assim como no ano passado, serão oferecidas oficinas de música, artes plásticas e mostra de cinema.
 
A grande novidade desse ano é que os artistas locais poderão expor seus trabalhos.
 
 
 
Ariano Suassuna fará uma aula espetáculo

fonte: maisfesta.com.br

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Conto - Tempo e Espera

Olá, queridos...
Segue um conto meu... Divirtam-se...


Tempo e Espera

Por: Rubervânio Rubinho Lima

Ontem ficamos até tarde, um olhando para o outro, na cama. Não queria adormecer. Queria ficar contemplando-a a madrugada toda. Parece que ela não queria dormir também, mas, enfim, seus olhinhos foram baixando devagarzinho, até que penderam e se grudaram. Aquilo tudo era um êxtase. Não quero nem relembrar tudo quanto passei para podermos estar juntos. Só Deus sabe o quanto sonhei com esse momento, o de tê-la ali em meus braços. A espera me matava. Estava um tanto aflito, por achar que não mais gostaria de mim. Isso também me apavorava. Afinal, passei uma eternidade sem vê-la. Agora é só essa a visão que quero ter. A televisão ligada, sem áudio, só para clarear o quarto. Nenhum filme da madrugada me chamaria atenção. Eu nem queria. Só queria contemplá-la. Era uma sensação de protegê-la que me impulsionava a querer aconchegá-la mais e mais em meus braços. Ela era só sono. Acho que deveria sonhar também. Sonharia conosco? Sonharia sim. Também desejou muito aquele momento. Em seus lábios, um sorrisinho angelical e sem mácula denunciava que sonhava com coisas felizes. Depois de passarmos quase a noite toda, desde o momento em que ela chegou, a procurarmos reaver todo o tempo de distância, o sono era inevitável. Estávamos exaustos, mas com tanta alegria... Comecei a ficar com os olhos pesados. Tentei resistir ao cansaço, pois o tempo ao lado dela era precioso. Segurei na sua mão macia e pequena, tentando alentar-me e fui rememorando os minutos que antecederam esse momento. Fui relembrando da nossa conversa. Tínhamos muitas e muitas coisas para conversarmos. Os assuntos até se atrapalhavam, de tão acumulados. Ela sorria. Sorria de tudo que eu dizia ou fazia. Seu rostinho, seu sorriso, tudo me alegrava. Eu acabei dormindo e nem me recordo em qual momento. Dormi um sono tranquilo e sonhei um sonho bom. Um sonho de que não nos separaríamos nunca mais. Ela era minha pra sempre. Eu caminhava por um bosque florido, com ela segurando minha mão e sorrindo o tempo todo. Enfim, acordei. Fazia um friozinho pela manhã, pois agora é inverno e nesses dias a gente nem quer se levantar. Hoje tava bom pra ficar na cama até mais tarde. Resisti à preguiça. Levantei-me de um salto, com ela ainda a dormir. Fiz um esforço para tirar meu braço de sua cabecinha linda sem a acordá-la. Preparei um café bem caprichado, com chocolate quente e torradas, com ela sempre gostou. Acordei-a, enfim. Já por volta das nove horas. Ela adorou a refeiçãozinha matinal na cama e eu me contentei apenas em vê-la comendo. Estava eufórico com ela, bem ali na minha cama, na minha casa e não existia fome. Alimentava-me do seu riso, da sua face meiga. Eu a amava mais que tudo. Não havia muito tempo que descobrira isso. Ficou a me relatas mil e um casos em que vivera. Eu bebia todas as suas palavras. Vez por outra acariciava seu rosto e a beijava na testa. Às onze horas, meu coração começou a apertar, pois já se aproximava um momento que não desejaria que acontecesse. Ela iria partir ao meio dia. Contra a minha vontade, contra a dela, mas era o certo. Enfim, sua mãe a veio pegar. Estava no acordo, depois da nossa separação, mas para mim é sempre difícil aceitar isso. Agora minha filhinha se foi para outro estado, novamente, e só a verei no próximo ano, quando for o seu aniversário de dez anos. Essa separação é uma tortura, mas tenho que aguentar. Vou passar o resto desse sábado para reviver tudo que passamos ontem, eu e a minha querida menininha.